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Economia é a grande marca do mercado livre de energia

Mercado Livre de Energia

Maiores possibilidades e facilidades com o mercado livre têm gerado interesses em empresas de médio e grande porte. Além da ação direta do fornecedor e comerciante e das transações de preço, volumes e prazos, a grande marca do setor é a economia. Consumidores pouparam R$ 83 bilhões entre 2003 e 2017.

“Especial” e “tradicional” são as denominações recebidas pelos consumidores do mercado livre. O primeiro tem consumo de 500 kW a 3.000 kW, como pequenas e médias empresas, redes de comércio, shoppings e supermercados. Os que ultrapassam 3.000 kW recebem a segunda denominação, mas também são chamados de consumidores livres.

Os consumidores especiais têm fatura média mensal de R$ 150 mil, segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). Essa categoria só pode comprar energia do tipo “incentivada”, disponível no mercado livre, como Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), eólica, biomassa e solar.

As elevadas tarifas tradicionais são inexistentes no mercado livre e isso atrai empresas que procuram transformar sua relação com a energia. Neste mês, 41 lojas da comerciante em materiais de construção Leroy Merlin, de diferentes regiões, devem migrar para o Ambiente de Contratação Livre.

Pequenas empresas e consumidores residenciais estão entre os que poderiam se beneficiar com a economia de R$ 12 bilhões por ano na conta de eletricidade, segundo a Associação. Essa é a estimativa para mais de 80 milhões de consumidores com a total ação do mercado livre de energia.

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